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A dupla Stadiumx, formada por David e Sully, ambos da Hungária, se tornou grande referência na cena em meados de 2014, com suas produções de progressive house lançadas pela Protocol Recordings. Após o set da dupla na festa da Protocol no ADE, aproveitamos para bater um papo exclusivo com a dupla que você confere aqui!

Nos conte um pouco mais sobre a nova colaboração, “Rise”, com Nicky Romero:

Stadiumx: Então, o propósito era que tivéssemos uma música com um vocalista diferente e nós estávamos naturalmente decidindo se isso era uma boa ideia, então nós enviamos para o Nicky para ouvir a opinião dele, ele ficou muito feliz com a idéia e começamos a trabalhar na música, você sabe mudar isso e aquilo e trabalhar como um collab…

No final, nós tivemos que mudar os vocais da música e nós começamos a procurar por novos vocalistas que pudessem se encaixar o melhor. Nós tínhamos mais de 40 versões, sim, nós tínhamos muitas versões. Conhecemos o Matluck, que é um cantor de Los Angeles, e é realmente um compositor incrível, que inclusive ganhou um Emmy Awards há algumas semanas. Então nós decidimos lançar a música do jeito que você pode ouvir agora e estamos super felizes com isso. Depois da demo, acho que em dois meses tivemos uma última versão da música.

Qual a track de vocês que não pode faltar em um set?

Stadiumx: Nós tocamos muito “Howl at the Moon” e também nós geralmente tocamos nossas próprias músicas, eu diria que no nosso set 90% do que tocamos são nossas próprias músicas e também tocamos muito “So Much Love”, que é uma música que fizemos há alguns anos atrás.

Qual seria uma característica única da produção de vocês?

Stadiumx: Eu não sei se é único ou não, mas produzimos a maioria das nossas músicas começando com um piano, até mesmo em remixes começamos pelo piano para descobrir a melodia. Somos muito influenciados pela melodia e vocais, mas nós também usamos um um monte de hardware como synths, e esse tipo de coisa.

Nos conte um pouco mais sobre a relação de vocês com o Brasil!

Stadiumx: Gostaríamos muito de tocar no Brasil novamente. Tivemos a oportunidade de tocar na Tomorrowland Brasil também, no palco da Protocol, na verdade, e foi incrível. E tocamos há dois anos no Anzu Club, que é um super clube, então estamos ansiosos para ir ao Brasil novamente.

Atualmente, o duo vem produzindo uma mistura de big room com future bass sem perder a pegada progressiva house, e lançando tracks por grandes gravadoras como Spinnin’ Records, Hexagon e Armada. Dê o play e conheça mais o som desses caras:

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