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Baterista desde os 13 anos, Bry Ortega é a nova figura do Live Performance Brasileiro. Músico de formação, o produtor curitibano já viajou o país e o mundo com uma banda de Rock, mas foi na música eletrônica que encontrou seu verdadeiro amor à música.

Sem esquecer o seu amor pela criação ao vivo, o autor de tracks como Negah e Sexy Machine, Bry, se desenvolveu como produtor com o intuito de se apresentar em formato de Live PA.

Em entrevista exclusiva para a Eletro Vibez, ele conta um pouco mais de suas origens como músico e de onde saiu suas inspirações.

Conta um pouco pra gente de onde surgiu a ideia de misturar instrumentos e fazer Live Performances, já que essa não é uma prática tão comum aqui no Brasil.

Bry Ortega: Bom, eu tenho uma história com a música há algum tempo, sou baterista desde os 13 anos de idade, tendo contato com a música desde pequeno com meu pai colocando discos de Jazz pra eu ouvir. Então foi um contato bem bacana, desde muito cedo tive contato com instrumentos como guitarra, baixo, piano, mas foi na bateria que eu realmente me encontrei.

Tive várias bandas de Rock, fiz turnês fora do Brasil também durante um período bem grande, mas sempre tive paixão pela música eletrônica,  e há um tempo comecei a produzir em casa algumas músicas, fiz um curso pela AIMEC de produção, e a primeira vez fui ver um DJ discotecar foi incrível, mas pra mim, músico, quis entregar algo a mais pras pessoas, e como tive a bagagem de bandas, bateria, e tudo isso, eu busquei alternativas, e foi em uma apresentação do Gui Boratto, em Curitiba, que me fez admirar isso ainda mais, e me inspirou a trazer toda essa bagagem para fazer as Lives Performances.

Estudei todos que tinham na época, suguei bastante informação do Gui inclusive, que sempre foi minha referência, pra formatar tudo e entregar minha personalidade musical e mostrar o que é o ”Bry Ortega Live” hoje.

Sobre essa nova fase da sua carreira, o que a seu tour na Europa agregou profissionalmente para você? O que você pode somar com isso?

Bry Ortega: Acredito que a palavra que posso usar pra isso é “amadurecimento”, tanto sonoro, como posicionamento de carreira, de acordo com tudo que eu venho vivendo no Live Performance. Eu sempre busquei referências mais Undergrounds, Techno, Tech House, coisas bem mais elaboradas, e acabou que em um momento da minha carreira, eu mandei um vídeo lá pra Europa pra um amigo, com um som um pouco mais pesado, e foi nessa “brincadeira” de mandar o vídeo que saiu uma turnê com várias datas na Europa, Londres, Ibiza, Barcelona, e na Argentina, aqui na América do Sul. Então, pra mim, foi um amadurecimento total, como disse. Essa nova fase do Bry Ortega traz todo esse background com uma sonoridade introspectiva e um pouco mais séria, para uma carreira também um pouco mais séria.

Para encerrarmos, fala pra gente 3 DJs que você vem se inspirando ultimamente.

Bry Ortega: A grande dificuldade é a gente se comparar com alguns DJs, porque a gente busca sempre nossa identidade e trazer nossa verdade através de nossa música. Mas alguns DJs que eu procuro buscar influência, mas também me referenciar ao que eles estão fazendo, são o Gui Boratto, Stephan Bodzin e um duo Live que eu amo de coração, que é o Octave One. São os três projetos e artistas que eu me baseio muito para efetivar minha arte de fazer Live Performance.

Recentemente, o artista fez uma gravação especial no Battersea Station, em Londres, onde fez uma apresentação memorável em que pôde mostrar um pouco mais dessa nova fase de sua carreira, e você pode conferir logo abaixo sua performance.

E aí, curtiu nosso bate-papo com o Bry Ortega? Então fiquem ligados e deixem aí sugestões de quem vocês querem saber mais para nossas próximas entrevistas!

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