#VibezIndica: Dual Channels

Written by on 2 de maio de 2019

Sabe aquele DJ, produtor ou compositor que manda muito bem, mas que ainda está conquistando seu espaço na cena? Você acha que ele merece mais reconhecimento? Então você está no lugar certo! O #VibezIndica é novo quadro da Eletro Vibez, onde teremos um espaço de compartilhamento de artistas que merecem ser reconhecidos e ouvidos! E o escolhido para participar do quinto #VibezIndica é o Dual Channels.

Dono de hits como “Go” e “Be”, Dual Channels, projeto encabeçado por Dalton Cordeiro, já conquistou suporte de grandes artistas como Martin Garrix e Croatia Squad, além dos nomes de peso na cena brasileira. Desde muito pequeno, aos 13 anos de idade, a vontade de trabalhar com a música e ser DJ batia à porta de Dalton e, há três anos atrás, ele colocou o sonho em prática, à princípio um duo, hoje um projeto solo. Dá um confere no som super original desse cara!

O nome Dual Channels tem alguma história por trás? Como se deu, e como surgiu a idéia de batizar o projeto com esse nome artístico?

Dual Channels: O nome Dual Channels surgiu quando fui convidado para produzir uma collab com um amigo, e após a collab resolvemos criar um projeto juntos. O nosso amigo Twice, indicou o nome  “Dual Channels”, e assim teve início ao projeto.
Com o decorrer do tempo mudanças aconteceram e chegamos a uma conclusão que o projeto não estava dando certo como um Duo e eu decidi continuar o projeto sozinho.

De onde nasceu a idéia do projeto? Você teve algum artista que te inspirou para começar a produzir ou teve algum outro motivo que te fez querer entrar nesse universo da música eletrônica?

Dual Channels:  A vontade de ser DJ veio cedo, quando eu tinha 13 anos. Na cidade onde nasci e cresci, em Campos Novos/SC, meus pais têm um clube onde fazem festas com bandas. Aos domingos, eles faziam festa com DJs e na maioria das vezes minha mãe Jane, era a DJane da festa. Então surgiu a curiosidade de conhecer e comecei a acompanhar ela em algumas festas, e comecei a tocar uma ou outra música, até que assumi o posto dela (risos).

Desde então, todas as oportunidades e festas que apareciam na minha cidade eu era convidado para tocar. Com 17 anos me mudei para Florianópolis para estudar produção musical na AIMEC, e 6 meses depois, quando retornei para Campos Novos, criamos o projeto. Minha inspiração para começar a produzir foi o Alok.

Referências musicais e artistas que te inspiram?

Dual Channels: Gosto muito do Chris Lake, Illusionize, Phlegmatic Dogs, Cazztek, Damien N-DRIX, RÜFÜS DU SOL, Zedd, pois são artistas que sempre estão em alta, qualidade nas produções e estão sempre trazendo sons e timbres novos que me inspiram.

Como você definiria o som que você produz?

Dual Channels: Lutei e estudei muito para conseguir criar uma identidade musical única. Foram anos desenvolvendo uma “linha própria” até chegar na sonoridade que produzo hoje. Meu som não se enquadra em nenhum gênero específico e acho isso fantástico, pois artistas de várias vertentes conseguem tocar as minhas músicas.
Meu som é essencialmente feito para pistas e tem elementos de Bass House, Tech House, G-House e Deep House, mas não se enquadra exclusivamente em nenhum deles.

Como funciona seu processo criativo?

Dual Channels: Normalmente eu começo pelo Kick, depois clap e hats. Após criar esse esqueleto, vou atrás de um vocal e, depois que acho o vocal perfeito, começo a trabalhar no drop e no restante da estrutura.

Qual o seu setup de produção?

Dual Channels: Tenho um Macbook Pro, monitores KRK Vxt 6, Interface Focusrite Scarlett e teclado midi Novation SL MkII 49 teclas.
Dentro do computador uso o Ableton como DAW, Sylenth e Serum como principais synths.

Durante seu set, é possível ouvir quais tipos de músicas?

Dual Channels: Meu set é dividido em 50% de tracks autorais e os outros 50% depende muito do horário que estou tocando. Mas toco bastante tracks de artistas como Illusionize, Victor Lou, Visage, Breaking Beattz, Mkjay, Mochakk e JØRD.

Cite algo que você ama/admira na música eletrônica:

Dual Channels:  Eu amo trabalhar com a música eletrônica, pois é o momento em que me conecto de alguma forma com todas aquelas pessoas que estão lá curtindo o meu set. Ver as pessoas curtindo e se emocionando é fantástico, e quando ganho elogios então? É extremamente gratificante. É incrível o poder que a música eletrônica tem em unir e mover pessoas. Quando olho esses grandes festivais aquele mar de gente, fico sem palavras.

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