#VibezIndica: Billy Kenny

Written by on 19 de setembro de 2019

Ele produz, cria os próprios vocais, e podemos ter certeza que é uma das maiores referências do House Music nos dias de hoje.

Assim podemos descrever o DJ e Produtor britânico Billy Kenny, de 29 anos, que vem trazendo as bases de grandes vertentes como Drum n’ Bass, House, Garage e raízes da Dance Music inglesa em suas tracks.

Billy passou pelo Brasil e veio trocar uma ideia com a nossa equipe, falando um pouco mais da sua história, algumas de suas inspirações e também de sua label “This Ain’t Bristol”. Confira esse papo em mais um #VibezIndica:

Quando começou e o que fazia antes de tocar?

Billy: É uma história engraçada. Assim que saí da escola, entrei para a faculdade por 4 meses e saí, porque eu realmente queria fazer música. Em meu primeiro emprego, eu ajudava a construir casas com a família de um amigo. 

Eu realmente trabalhei em muitos lugares, ajudei em uma escola por 2 anos… E comecei a produzir quando tinha uns 15/16 anos… Eu tenho 29 anos agora, e é engraçado pensar porque eu não lembro muito o que fiz antes, nunca parei em um lugar só, eu só sabia que queria fazer música. 

Como você explica em poucas palavras, seu processo criativo?

Billy: Sempre começo com Kick & Drums, não consigo fugir desse hábito, é o único que tenho. Começo com eles até conseguir um bom groove. 

Qual o seu setup de produção?

Billy: Eu uso o Logic Pro X, comecei a produzir aos 16 anos, e quando migrei pra ele aos 20 foi quando percebi “Caramba, eu posso fazer MUITA coisa agora!

Como surgiu a sua label “This Ain’t Bristol”?

Billy: A criação da label foi algo bem novo pra mim. Há 5 anos, quando me mudei para Alemanha com 4 amigos, começamos com algumas festas chamadas “This Ain’t Bristol”, e só depois que a ideia da Label veio. 

O quanto sua label “This Ain’t Bristol” é importante na sua história como DJ?

Billy: Nós nunca pensamos como seria “hoje”, mas pra mim, definitivamente, é uma plataforma para ajudar minhas músicas, músicas de amigos, e também me ajudou a conhecer bastante gente nova, novos tipos de som ao redor do mundo. Na Califórnia tivemos o prazer de ser host de um próprio palco, para mais ou menos 10.000 pessoas, no Nocturnal Wonderland, isso em 2017.

O que podemos esperar de seus shows?

Billy: Depende muito de onde estou! Eu, definitivamente, me adapto onde eu toco. Eu geralmente toco Drum n’ Bass no final dos meus sets para surpreender o público, sabe? Mas eu não faria isso no Brasil, por exemplo, porque não sei como seria a resposta das pessoas. Eu faria isso na Inglaterra, por exemplo. 

Podem esperar coisas diferentes todas as vezes, sempre venho com uma grande entrada, vou subindo o BPM até o final, e vou me adaptando até o final do set com House, Tech, faço tentar parecer o mais diferente possível todas as vezes.

Recomende 2 artistas que te inspiram:

Billy: Eats Everything, seja para produção ou apenas escutar. DJ EZ foi uma grande inspiração no meu crescimento como DJ, porque ele ensinava a usar as CDJ como um instrumento, sempre usando efeitos sem excessos, e isso me inspirou muito em criar as minhas tracks do meu jeito, usando também efeitos sem exceder tanto, usando bastante Loops e meus próprios vocais por conta das inspirações que ele me passou. 

Recomende um novo DJ para galera ficar de olho:

Billy: Agora, eu sou muito fã de um cara chamado Will Easton, é um DJ e produtor que vem tocando bastante com Camelphat, mas as produções dele são incríveis, tracks de Tech House melódicas e cheias de energia e ele é brilhante!

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