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simo not simon libera set gravado no Réveillon de Carneiros e comenta detalhes da apresentação; confira!

O set de simo not simon em Carneiros ganhou novos contornos poucos dias antes da apresentação. Previsto inicialmente como warm-up, o artista acabou escalado para tocar logo após Vintage Culture e Vanjee, o que exigiu uma mudança completa na pesquisa musical e na construção da apresentação.

Com uma abordagem mais energética e eufórica, o DJ apostou em uma narrativa crescente para manter a pista em movimento. O ponto alto veio logo na introdução, com um remix de “Billie Jean”, escolha que marcou a virada de chave do set e simbolizou a liberdade criativa daquele momento.

Em entrevista, simo not simon detalha os bastidores da apresentação, a adaptação de última hora e a importância desse show em sua trajetória. Confira:

Como foi o set em Carneiros?

simo not simon: Eu achava que seria um dos primeiros a abrir o evento. Descobri poucos dias antes da apresentação que eu ia pegar a pista depois do Vintage e do Vanjee, que obviamente são duas lendas mega experientes. Tive que mudar completamente a pesquisa de um som de warm-up para algo mais pegado com mais atitude, pensando em manter a pista o máximo de tempo possível.

O que você tocou, qual foi a pegada do set?

simo not simon: No início do set tentei ao máximo manter a energia pra cima e, ao longo da apresentação, foram rolando tracks mais eufóricas e alegres. Eu estava muito ansioso pra esse set a ponto de fazer yoga no hotel antes de entrar. Valeu muito a pena [rs], entrei até mais solto.

Qual foi a música ponto alto da apresentação?

simo not simon: O ponto alto foi a introdução do set, quando toquei o remix de “Billy Jean”. Antes de entrar no palco, eu estava de resenha com um amigo DJ, Rod Britto. Ele falou com aquele sotaque mineiro: “se eu fosse você eu entrava com Michael Jackson”.

Achei meio doideira, porque ainda estava meio fixado em um set mais adulto. Essa sugestão dele quebrou completamente a minha perspectiva engessada naquele momento. Dito e feito. Eu tinha um remix do “Angelo Ferrari” na agulha, que eu tocava em momentos especiais, mas nunca na ‘intro’. Aquele momento foi importante, porque trouxe uma ideia de que tudo podia acontecer.