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1º dia de Lollapalooza Brasil: Encerramento de Kygo se destaca e falhas marcam set de Ben Böhmer no festival

Sexta em São Paulo ganha outro significado quando você levanta da cama e lembra: é dia de Lollapalooza. O dia já começa diferente. Até por ser um dia útil, eu e Lara tivemos que resolver alguns trabalhos antes de seguir para o Autódromo.

Depois disso, partimos. Pedimos um Uber e, após cerca de 1h20 de trânsito, chegamos ao evento por volta das 12h30. Fomos direto para a sala de imprensa organizar equipamentos e alinhar o cronograma. Com tudo pronto, era hora de começar.

Seguimos para o palco Perry’s, chegando bem no início do set da Bruna Strait, que trouxe Bárbara Granada para uma performance especial. Logo após o show, vimos a estreia de ATKÖ no Lolla e depois demos uma pausa para produzir conteúdos e voltamos à sala de imprensa para almoçar. 

Eu optei por um macarrão ao molho vermelho, enquanto a Lara foi no molho branco. A estrutura da sala de imprensa é um destaque à parte, com um ambiente confortável e cheio de criadores de conteúdos com o objetivo de mostrar o melhor do festival.

Hora de explorar um pouco mais o Lolla. Passamos por ativações como Budweiser, Coca-Cola e Sprite, entendendo melhor a proposta do festival fora dos palcos. Entre elas, a da Tic Tac apareceu de forma curiosa pra gente, com o conceito “Encontre sua vibe”, conectando de forma leve com o nome da nossa página (risos).

De volta ao Perry’s, ficamos por lá até o final do dia. Foi minha primeira vez vendo a HorsegiirL ao vivo, e a DJ simplesmente lotou o palco, com uma pista extremamente engajada.

Na sequência, DJ Diesel, também conhecido como Shaquille O’Neal, fez sua estreia no Brasil vestindo a camisa da seleção, gritando o nome do país diversas vezes e até indo para o meio do público com seus quase 2,20m. Surreal.

BUNT. era um dos nomes que eu mais queria assistir. Também estreando no Brasil, vive um ótimo momento internacionalmente. Seu set foi marcado por uma energia muito vibez, público cantando, pulando e sorrindo o tempo todo. Merecia uma audiência ainda maior, mas como disse meu amigo João: “os que estão aqui são os de verdade”. Destaque também para o filmmaker, que acompanhava cada drop com a mesma intensidade do artista.

Quando Ben Böhmer entrou tocando piano, eu só consegui gritar: artista! O alemão, que voltou ao Autódromo após sua passagem pelo Time Warp Brasil, certamente não vai esquecer essa noite. Infelizmente, sua apresentação foi marcada por diversas falhas técnicas. Era possível sentir a frustração a cada pausa. Mesmo assim, ele permaneceu até o fim, pediu desculpas e agradeceu o público várias vezes.

No encerramento, Kygo entregou um dos grandes momentos do dia. Foi minha primeira vez vendo o DJ ao vivo, e saí completamente impressionado.

Com participação de vocalistas e sequência de hits, ele transformou o fechamento em algo especial. Em um dos momentos mais emocionantes, homenageou seu amigo Avicii, conduzindo um final simplesmente memorável. Até agora, o melhor show que vi nesta edição.

E assim foi nosso primeiro dia de Lollapalooza. Espero que tenham curtido acompanhar, amanhã tem mais.

Ponto negativo: os copos do festival deixaram um gosto de plástico na bebida, e a volta para casa foi demorada, com longa espera até chegar ao metrô.