Após 13 anos de trajetória na música eletrônica, o TOUGH ART dá um passo importante em sua carreira com o lançamento de TOUGH ART MOODS.
O álbum representa uma fase de renovação artística do duo, que buscou desenvolver uma identidade ainda mais autêntica por meio de produções 100% originais, vocais próprios e uma abordagem criativa livre de referências externas. O trabalho também consolida a relação do projeto com a gravadora Mood Child, uma das principais referências do Tech House mundial na atualidade.
O disco foi construído para equilibrar as tendências mais fortes da cena internacional com elementos que sempre fizeram parte da assinatura musical do TOUGH ART. O resultado é um projeto que apresenta novas direções sonoras sem abrir mão da essência que acompanha os artistas desde o início da carreira.
Como nasceu o conceito de “TOUGH ART MOODS”? O que esse álbum representa para vocês artisticamente?
TOUGH ART: Este álbum representa o melhor momento de tudo o que construímos ao longo desses 13 anos de carreira. Estamos passando por uma renovação sonora importante, mas sem abrir mão da identidade que sempre nos acompanhou. O conceito de TOUGH ART MOODS nasceu justamente dessa combinação entre evolução e originalidade.
Qual foi o maior desafio durante a produção do álbum?
TOUGH ART: O principal desafio foi criar um trabalho totalmente original. Todas as faixas contam com vocais próprios e evitamos buscar referências externas durante o processo. Queríamos que a criatividade conduzisse tudo, sempre alinhando nossa visão artística ao que acontece hoje na cena global, mas mantendo a essência do TOUGH ART.
Existe uma narrativa ou conexão entre as faixas? Como vocês pensaram a construção do tracklist?
TOUGH ART: Sim. Desde o início pensamos o álbum como uma obra completa, em que todas as faixas conversassem entre si. O projeto transita entre tendências atuais da música eletrônica e características que sempre fizeram parte do nosso som. A ideia era entregar algo novo para o público, mas com uma assinatura que continuasse sendo facilmente reconhecida por quem acompanha nosso trabalho.
Como foi o processo de assinar esse lançamento com a Mood Child? O que esse selo representa para vocês?
TOUGH ART: Temos uma relação muito positiva com a Mood Child e já lançamos algumas músicas pela gravadora anteriormente. Este, porém, é o primeiro álbum completo que lançamos por lá. É uma das labels mais relevantes do Tech House atualmente e somos admiradores do trabalho dos seus fundadores, Manda Moor e Sirus Hood. Fazer parte desse catálogo com um projeto tão importante é motivo de grande satisfação para nós.
Como foi receber suporte de artistas como Jamie Jones, Marco Carola, Joseph Capriati, Dennis Cruz e Mau P antes mesmo do lançamento oficial?
TOUGH ART: Foi uma sensação incrível. Receber apoio de grandes artistas assim nos dá ainda mais confiança de que estamos seguindo o caminho certo com essa nova fase do projeto. Ver nomes que admiramos tocando nossas músicas e recebendo uma resposta positiva das pistas é algo muito especial.
Qual faixa vocês acreditam que melhor representa a essência do TOUGH ART hoje?
TOUGH ART: Temos um carinho especial por duas faixas do álbum, “That Funk” e “Jumping”. Mas, se tivéssemos que escolher apenas uma, seria “That Funk”. Ela representa exatamente a linha de som que mais gostamos de produzir e tocar, além de ter sido uma das músicas que recebeu mais suporte de DJs e artistas ao redor do mundo.
O lançamento de TOUGH ART MOODS também evidencia a evolução da identidade sonora do duo, construída ao longo dos últimos anos e fortalecida pelo reconhecimento de alguns dos principais nomes da cena eletrônica mundial.
Faixas como “That Funk” e “Jumping” já demonstram forte potencial nas pistas, enquanto a recente entrada do projeto para o casting da DM7 marca mais um passo estratégico nesta nova fase da carreira. Com novos lançamentos em desenvolvimento e uma visão cada vez mais internacional, o TOUGH ART encara o álbum como o início de um novo capítulo em uma trajetória que segue em constante crescimento.







