#VibezIndica: Sam Ferry

Com músicas que passeiam pelo House, Tech House e Bass House, Samara Ferreira a.k.a Sam Ferry é DJ e produtora, e está na cena desde 2017. A carioca possui inúmeras tracks já lançadas e passagem por muitos eventos de renome pelo Brasil afora e por isso você vai conhecer mais sobre a sua história, aqui neste #VibezIndica!

O que te influenciou a entrar no universo da música eletrônica? 

Sam Ferry: O amor pela música eu sempre tive, mas acho que a música eletrônica consegue mexer com nossas emoções sem ao menos ter um vocal, apenas com timbres e frequências. É uma paixão inexplicável.

Você fez algum curso para aprender a produzir ou foi na base da força de vontade, com tutoriais de Youtube e dicas de amigos? 

Sam Ferry: Eu comecei um curso em 2017 que não terminei e caí pra dentro sozinha mesmo, com ajuda de amigos, aulas online, videos no Youtube e em 2018 eu fiz o curso presencial da Aimec, no Rio de Janeiro.

Como e quando surgiu? 

Sam Ferry: Eu terminei meu curso de DJ e já emendei na produção, sigo estudando, desde então… é um estudo infinito.

Referências musicais e artistas que te inspiram?

Sam Ferry: Claptone, Martin Ikin, Gorgon City, Duke Dumont, Camelphat e EDX.

Como você definiria o som que você produz? 

Sam Ferry: Meu som mudou nesses 3 anos, mas sinto que a essência é a mesma. Eu poderia falar Tech House, mas uso timbres diferentes em algumas produções que podem ser vistas como Bass House. Eu chamo de Ferry House! rs

Como funciona seu processo criativo? 

Sam Ferry: No geral eu fico com uma coisa “martelando” na cabeça e venho produzir, mas outras vezes eu fico pesquisando timbres, samples e vocais na internet. Um dia me veio uma ideia na cabeça quando eu estava deitada na cama, eu não conseguia dormir, liguei o computador e montei a base só pra não perder a ideia, depois eu continuei, assim saiu “Hot Body”, meu ultimo lançamento.

Eu também tenho um grupo no WhatsApp onde eu faço anotações de ideias que vêm na minha cabeça do nada. Eu gosto de ouvir outros estilos musicais para dar aquela “zerada no contador” e as ideias surgirem.

Qual o seu setup de produção? 

Sam Ferry: Uso um notebook da Dell G7 I7, 2 monitores de referência KRK Rokit 6 e interface de áudio Focusrite Scarlett 212.

Durante seu set, é possível ouvir quais tipos de músicas?

Sam Ferry: No geral Tech House, House e Techno, mas, dependendo do evento e do horário que eu for tocar, pode ter um pouco de Melodic House ou Future.

Cite algo que você ama/admira na música eletrônica:

Sam Ferry: Eu amo como a música eletrônica consegue unir diferentes tribos com um só propósito, eu amo a vibe única que ela nos proporciona.

Indique suas duas produções favoritas: “Hot body” e “Feel the Music”.

Quais são outros 3 artistas brasileiros que se assemelham ao seu estilo de produção e a galera precisa ficar de olho?

Sam Ferry: Vou citar uns amigos que estão mandando muito bem: Nick Siarom, Ca Seubert, Barc, Carol Favero e Mak.

Tem alguma novidade extra ou algo que o público deva saber de você? 

Sam Ferry: Tem tracks autorais e collabs finalizadas e outras em processo final de produção, esse mês eu devo lançar o “Ferrycast 12” no Soundcloud, em julho tem mais lives no Youtube e pretendo manter ao menos uma live por mês, mesmo após a quarentena.

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