Se existe um nome capaz de transformar um show em escala de estádio em um espetáculo cinematográfico, esse nome é David Guetta. No AMF 2026, o DJ francês retorna ao festival com o Monolith Show, uma produção que promete redefinir o conceito de performance ao vivo na música eletrônica.
Depois de seis anos afastado do palco do AMF, Guetta volta em um momento simbólico. A edição celebra os 30 anos do ADE, e a escolha do artista reflete essa ambição de grandeza.
O coração do show é um monólito gigante de LED que domina o palco como uma espécie de escultura tecnológica. Ao redor dele, projeções em 3D e um sistema de iluminação altamente preciso criam um ambiente que transforma o estádio em um universo próprio. Não é apenas um show, mas uma experiência sensorial pensada para envolver o público por completo.
Essa abordagem segue uma tendência crescente na música eletrônica, onde a performance deixa de ser apenas sonora e passa a ocupar um território híbrido entre música, arte visual e tecnologia. Guetta, que sempre soube dialogar com o mainstream, agora amplia essa linguagem para uma escala ainda mais imersiva.
Os números já indicam o impacto. Shows esgotados em sequência na Europa mostram que a demanda por esse tipo de experiência está em alta. O público não busca apenas ouvir música, mas viver momentos memoráveis.
No contexto do ADE 2026, o Monolith Show se posiciona como um dos grandes pontos de encontro dessa nova fase da música eletrônica, onde espetáculo e emoção caminham juntos.







