PREMIERE Através da Spinnin Records Low Disco e Lowez misturam Tech House e Progressive House na 22Make U22
Na foto: Lowez e Low Disco via reprodução

[PREMIERE] Através da Spinnin’ Records, Low Disco e Lowez misturam Tech House e Progressive House na “Make U”

A carreira de um produtor musical é feita de pequenos momentos que oportunizam situações capazes de alterar definitivamente os caminhos até então trilhados. Um porta imensa se escancara apenas a quem tem o talento como companhia. Com Lowez e Low Disco, de vidas e momentos distintos, a porta se chama Spinnin’ Records e a oportunidade foi batizada como “Make U”. O resto dessa história você passa a conhecer nessa #PremiereVibez.

Louise, a.k.a Lowez, é uma capixaba que se torna, com essa nova produção, a primeira mulher de nossa terra a assinar com o poderoso selo. Alinhada ao Bass House, a talentosa produtora deu seu pontapé inicial em 2019, aos 17 anos. Com sua breve, mas intensa carreira, já possui no currículo o suporte de nomes como Afrojack, R3HAB, Timmy Trumpet, Zeds Deads, Future Class e Chris Lawyer.

Ao seu lado, Lowez tem Bruno Scheffel, a.k.a Low Disco, ele é produtor desde muito menino, com uma capacidade incomum e com uma carreira meteórica. Aos 23 anos, e com oito de jornada, ele soma lançamentos em gravadoras de enorme representatividade na cena mundial, como Sony Music, Warner e Elevation. Durante a quarentena, Low Disco tem se dedicado mais às vertentes Tech House, Bass House e Progressive. Neste momento, chega à Spinnin’ com a produção de “Make U”.

A Eletro Vibez ouviu Lowez a respeito de todo esse momento especial em sua vida e como surgiu a união de dois projetos jovens, brasileiros e cheios de sonhos:

Desde a primeira vez que o Low Disco ouviu a ideia inicial que eu havia mandando, disse que via potencial, então eu mexi mais um pouco e enviei para que ele pudesse finalizar. Era pra ser um Desande, mas a gravadora acabou preferindo a versão Tech House”.

A fim de produzir algo diferenciado, como ela mesma diz, a tentativa foi por trabalhar com timbres inéditos e que caminhou naturalmente para um produto do Tech House. 

A vibe dela ficou bem melódica nos breaks e nos drops algo mais pra frente. Eu acredito que ela gere uma sensação mais viajada, tanto que associamos a track com o espaço e, sinceramente, eu acho que encaixou muito bem”.

Lowez, acerca de ser a primeira brasileira a chegar à Spinnin’: 

Foi incrível, é uma conquista enorme pra mim, tanto como artista e tanto como mulher. Acredito que as mulheres da cena eletrônica estão se destacando cada vez mais, ganhando mais espaço para mostrarem que a gente veio pra ficar e estar agregando algo nessa luta é uma honra. Isso também serviu para que eu começasse a acreditar mais no meu trabalho”.

Lowez e Low Disco sintetizam muito do que de melhor tem o Brasil na música eletrônica contemporânea. Ousadia, talento e perseverança para fazer diferente e alcançar patamares maiores ao redor do mundo. Não há limite. Curtiu? Então compartilhe esse lançamento com a sua galera!

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